segunda-feira, 13 de maio de 2013
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Você certamente já ouviu falar sobre CONDICIONAMENTO FÍSICO. Mas... CONDICIONAMENTO DA MENTE, você sabe o que é isso? PROSSIGO O POST ANTERIOR...
Mas... CONDICIONAMENTO DA MENTE, você sabe o que é isso?
PROSSIGO O POST ANTERIOR...
... ‘meu instinto que já estava CONDICIONADO pelos fortes treinamentos que tive, é quem na verdade realizou todo aquele procedimento’.
Foi desse jeito que aquele rapaz que se salvou milagrosamente de uma queda de paraquedas respondeu à minha curiosidade.
É fato que muitas das nossas respostas de comportamento tanto prático quanto psicológico são o resultado de inúmeros ensinamentos igualmente práticos, teóricos e até mesmo subliminares assimilados ao longo da nossa vida. Segundo algumas correntes clássicas da psicologia, nossas respostas podem claramente serem o resultado conjunto ou em separado de basicamente três fortes influências: a genética, a psicológica e a do ambiente.
Nossa mente é um manancial extraordinário e inesgotável. A riqueza daquilo que podemos realizar não se pode calcular. Os limites da mente humana estão a todo instante surpreendendo a humanidade por sua capacidade de superação.
É incrível notar como a humanidade vem se desenvolvendo, e mais incrível ainda, com que velocidade o conhecimento vem se expandindo. Luiz Marins conta que “quem nasceu nos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX começou o século e terminou o século usando os mesmos atributos da tecnologia. Quem nasceu no século XX iniciou o século de uma forma absolutamente diferente de como o terminou. Como será este novo século? Não sabemos os “sustos” tecnológicos que iremos tomar neste século XXI”. Ele antecede este texto com a seguinte afirmação: “A única certeza estável que temos hoje em dia é a de que tudo irá mudar!”
Esta “certeza estável” de mudança que experimentamos diariamente tem produzido efeitos importantes na construção de nossas respostas mentais aos desafios que se apresentam todos os dias. Ou seja, o conjunto dessas mudanças vem produzindo em nós algo como uma “programação do comportamento”; como um treinamento exaustivo e contínuo; como um programa pedagógico muito bem elaborado capaz de moldar a nossa mente, condicionando-a de tal modo, que passamos a responder proativa ou reativamente, conforme nossa capacidade e qualidade de assimilação desses “ensinamentos”, às questões que se nos apresentam. E isso acontece tão intuitivamente como quando dirigimos um automóvel, e sendo este o automóvel da nossa vida, podemos conduzi-lo a lugares paradisíacos, como também, segundo nossa “formação”, a lugares absolutamente sombrios e tenebrosos.
É claro que estamos longe de um apocalipse existencial. Algo como um fim em si mesmo. Desejamos apenas propor uma reflexão proativa sobre esta realidade.
Permitir sermos condicionados pelo pessimismo, negativismos, pobreza de espírito, corrupção de valores morais e éticos, desprezo, falta de humanidade, egocentrismo, e tantos outros adjetivos depressivos, seria o mesmo que sentenciarmos nossa vida a uma existência árida e sem propósitos.
Por outro lado, se alimentarmos a nossa mente e o nosso corpo com atitudes que nos tirem da nossa zona de conforto, letargia, preguiça e lugar comum, estaremos nos posicionando proativamente na direção certa da construção de bons hábitos que ao longo do tempo irão criar uma musculatura mental forte e consistente. Como disse o filósofo Aristóteles: “A Excelência é um Hábito”.
Nesta hora, quando a razão, ou mesmo o estado de consciência mental nos faltar, nosso instinto de superação e de sobrevivência estarão tão bem condicionados, que será suficiente para nos levar até a margem segura da pista de pouso e decolagem dos agentes do fracasso da nossa vida.
Para isso é muito importante que procuremos escolher com qualidade. Decidir mais pela necessidade do que pelo desejo. Ler bons livros, cultivar boas amizades, ouvir boas músicas, ter bons hábitos, enfim, saber discernir corretamente qual de fato vem a ser o lado bom da vida.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Você certamente já ouviu falar sobre CONDICIONAMENTO FÍSICO. Mas... CONDICIONAMENTO DA MENTE, você sabe o que é isso?
Mas... CONDICIONAMENTO DA MENTE, você sabe o que é isso?
Há algum tempo atrás fui ao encontro de um amigo para felicitá-lo pela escola que havia adquirido. Como professor e administrador, seu sonho sempre foi o de ser um empreendedor, dono do seu próprio negócio e, por vocação, de sua própria escola.
Enquanto conversávamos animadamente, chega um rapaz para aguardar a saída de sua namorada. Este logo vem cumprimentar o meu amigo. Neste instante, me apresentando aquele rapaz, o Ismael olha para mim e diz: - Samuel, você acreditaria se eu dissesse que este rapaz aqui, saltou de paraquedas, o paraquedas dele não abriu e ainda assim sobreviveu? Fiquei surpreso é claro, e logo perguntei: - Mas como foi isso, me conta?
Tratava-se de um militar paraquedista. Num dos seus muitos saltos de treinamento, houve um sério problema com seu paraquedas (este não abriu como deveria), e desceu em queda praticamente livre até que se chocou contra o chão. Caiu exatamente na pista de pouso e decolagem dos aviões! Rapidamente, recolheu seu paraquedas e se dirigiu para a margem da pista, e apagou.
Tal acidente foi considerado gravíssimo – este militar sofreu traumatismo craniano além de diversas outras fraturas pelo corpo. Ficou em estado de saúde muito grave e em coma por vários meses.
Naquele instante, encontrava-se sozinho.
Vivendo agora a sua mais obscura e aterradora experiência, lutava inconsciente, por sua própria vida.
Quando acordou, não se lembrava de absolutamente nada. Soube destes fatos através dos relatos de seus parentes próximos e de colegas paraquedistas.
Fiquei é claro impactado com aquela história, mas logo me ocorreu uma curiosidade que não me deixava calar: - Como era possível isto? Depois de uma queda terrível, como você conseguiu sobreviver e ainda ter a consciência de recolher seu paraquedas e se dirigir para a margem da pista? Sua resposta foi mais impactante ainda:
“Samuel, em primeiro lugar, ter sobrevivido definitivamente foi um milagre, eu não tenho dúvidas disso. Quanto a segunda questão, é muito simples de explicar. É certo que eu não tive consciência daquilo que fiz após ter caído - sequer me lembro disso. Mas ocorre que nós somos muito bem treinados. E um ponto forte do nosso treinamento é justamente o fato de, se por ventura os ventos nos levarem para a pista de pouso e decolagem dos aviões, nosso procedimento deve sempre ser o de recolher nosso paraquedas o mais rápido possível e nos dirigir para a margem da pista (para evitar acidentes com aeronaves decolando e aterrisando) e aguardar a chegada do apoio.
Em outras palavras, ‘meu instinto que já estava CONDICIONADO pelos fortes treinamentos que tive, é quem na verdade realizou todo aquele procedimento’.”
...PROSSIGO NO PRÓXIMO POST!
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
HUMILDADE x PODER - Parte 1
Naquele dia percebi o Sr. Nessim Dayan apreensivo, um tanto ansioso. De repente ouço o toque da campainha – alguém estava à porta do escritório. Fui logo atender. Abri a porta com a atenção de costume e recepcionei um senhor baixinho, franzino. Este me cumprimentou com um sorriso franco no rosto. Falou para mim algumas palavras em seu idioma de origem, o Hebraico, que
Logo o Sr. Nessim surgiu e foi ao seu encontro um tanto eufórico, um tanto solene. O recebeu com um sorriso largo no rosto e com um ar de gravidade, de honra, com a dignidade de quem recebe uma celebridade.
Passado algum tempo, aquele “senhorzinho” decide ir embora. Ao sair, olha para mim, vem ao meu encontro e me cumprimenta - fala outras palavras que, mais uma vez, não as consegui entender, mas julguei, pelo seu olhar e pelo jeito simpático, que eram palavras gentis. À porta, despede-se do Sr. Nessim, e segue o seu caminho.
Tendo saído, Sr. Nessim volta-se para mim e pergunta: Samuel, você sabe quem é este homem? Respondi prontamente que não sabia. O Sr. Nessim, com aquele olhar solene, faz uma breve pausa e declara: General Uzi Narkis! (Comandante das Forças de Defesa de Israel durante a Guerra dos Seis Dias – juntamente com os generais Moshe Dayan e Yitzhak Rabin, entrou em Jerusalém quando da vitória desta guerra).
Começamos então a conversar longamente sobre esta ilustre visita. Eu disse ao Sr. Nessim que estava completamente impactado com a maneira gentil e simples como aquele personagem da história, um general tão importante, havia me tratado, sendo eu um simples Office-boy.
Na seqüência, narrei ao Sr. Nessim sobre um episódio que eu presenciei há alguns dias antes:
Atendendo a um pedido do Sr. Nessim, fui a uma empresa, num endereço próximo, para concluir uma operação de câmbio. Fui imediatamente conduzido à sala do sócio-diretor daquela empresa. Enquanto eu aguardava a chegada do dinheiro, aquele executivo mandou vir um funcionário. Quando este chegou, sequer conseguiu respirar – imediatamente foi atropelado por uma enxurrada de palavras grosseiras e agressivas, xingamentos e muita, muita humilhação – e isso tudo ali, na minha frente!
(Abro este parêntesis para registrar minha homenagem ao Sr. Nessim Dayan, que pelo tempo que o servi como Office-boy – nos quase 7 anos que o servi, sempre me tratou com a generosidade e a grandeza das almas mais excelentes. Tanto o Sr. Nessim, quanto sua esposa, Drª Evelyn, me tornaram prisioneiro de seu exemplo de vida e trato para com as pessoas humildes. Eu os amo, e declaro toda a minha gratidão. Não vejo que fui um funcionário, vejo que Deus me colocou ali como um estagiário para a vida, me entregando nas mãos de um excelente professor, um mentor, um verdadeiro mestre. Há traços da minha personalidade, do meu jeito, do meu caráter, das minhas falas inclusive, que reputo terem sido enxertados em mim, dada a minha admiração por este casal. Deus os abençoe ricamente, e que vivam muito mais que 120 anos!)
Após eu ter exposto o episódio vivido e o quanto fui tocado por um sentimento de compaixão por aquele funcionário, notei que o semblante do Sr. Nessim mudou, numa clara expressão de solidariedade com o meu sentimento. Neste momento, com a sabedoria de sempre, o Sr. Nessim me diz: Samuel, “QUEM TEM PODER GERALMENTE É HUMILDE, POR QUE SABE QUE TEM PODER. NÃO PRECISA HUMILHAR NINGUÉM PRÁ MOSTRAR QUE TEM PODER. ELE SABE QUE TEM PODER”.
Há algumas postagens anteriores eu propus o seguinte exercício reflexivo: Na sua opinião, seria possível haver alguma conexão entre Humildade e Poder?
Ao longo da minha vida conheci muita gente, das mais ricas às mais pobres; das mais cultas às mais simples. Conheci gente que nunca sentou num banco de escola, mas tinha a sabedoria de fazer sentar qualquer doutor.
De todos os tipos que eu conheci na vida, um em especial sempre me fascinou: aquele tipo de pessoa que mesmo sendo uma autoridade no campo da sua ciência, do seu conhecimento, da sua experiência, nunca se esqueceu do primeiro passo da sua vida. Do quanto este foi importante. Do quanto este precisa ser reverenciado. Nunca se esqueceu da mais absoluta ignorância do começo. Dos erros do começo. Dos tropeços do começo. Da pequenez do começo.
Ninguém nasce grande! Para ser grande um dia, tem que ser pequeno hoje. Em sendo grande, esquecer que um dia foi pequeno é denunciar clara e inequivocamente que a sua altivez o consumiu de tal maneira que lhe impediu de aprender a ser gente. Coitado, tornou-se um pobre de espírito – agora, precisa de dinheiro para comprar amigos, atenção, reconhecimento e glória. Precisa humilhar as pessoas, olhar com altivez, ser inacessível, distante. Precisa a todo tempo mostrar seus diplomas - como se fossem pirulitos de barbearia*, para chamar a atenção para si; precisa de holofotes – pagos é claro -, precisa mostrar que tem poder.
Quem de fato tem poder geralmente é humilde. É reconhecido pela sua luz, não precisa de holofotes. Quem tem poder sabe que tem poder. O poder do reconhecimento dos tempos de sua pequenez, do seu sacrifício, das noites não dormidas, dos choros, das desesperanças, dos fundos do poço, da resiliência, da resistência, do puxar a corda pro lado certo, do lutar contra a maré. Quem tem poder carrega consigo as marcas e as cicatrizes das muitas guerras que precisou travar. Estas marcas, estas cicatrizes, os fazem lembrar daquilo que foi um dia.
Quem tem poder chora. Isso mesmo, chora, chora sim! Não tem vergonha de chorar não. Chora o choro da gratidão, o choro da vitória, o choro lindo do poder. Quem tem poder tem a leveza e a desenvoltura do abaixar-se, de se colocar pequeno de novo, de se aproximar de seu semelhante e dizer: vem comigo, vem! Levanta a cabeça, anda! Olha prá mim, tá vendo essas marcas?
São as marcas de quem um dia esteve no seu lugar.
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* Pirulitos de barbearia, ou postes de barbearia, eram dois postes listrados geralmente nas cores vermelho, azul e branco, que eram instalados à frente da barbearia para chamar a atenção das pessoas que passavam. Geralmente eram luminosos e giravam.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
VIVA os sonhadores!
Sonhei! Sonhei sim a minha vida toda.
VIVA 2013!!!
Em meu último post no facebook eu havia dito que 2012 foi um ano extraordinário para mim, e foi mesmo!
Já nas últimas semanas de 2012, e neste início de 2013, me detive especialmente num esforço reflexivo e no estabelecimento de alguns planos de metas e objetivos para 2013.
Saí para o meu descanso de final de ano e voltei “bombando” otimismo. Sabe, são tantos os projetos, os objetivos, os sonhos...! Mas o melhor mesmo é a garra, a gana, aquela vontade de “entrar logo no ringue”, de começar logo a “lutar”. É incrível como em minha mente a vitória é certa!
Em minha mente não me imagino sendo derrotado, apenas lutando, mas lutando prá vencer. Em minha mente, a visão da luta me fascina. Penso nela o tempo todo. Sei que preciso de disciplina, esforço, técnica e preparo. Sei que preciso de planejamento, pois é aí que eu venço a luta!
Sou consciente de que existe um adversário, e que este também tem seus objetivos, e parte dos seus objetivos está em me vencer. Existem forças contrárias tão fortes quanto eu. Tão determinadas quanto eu. Por isso, planejar, planejar bem, não é apenas preciso, é fundamental.
Ter um objetivo claro na mente e determinar um tempo para a realização deste objetivo, devem fazer parte deste planejamento. Entretanto, planejar só, não se vence uma luta. É preciso por em prática aquilo que se planejou.
Atitude é a palavra chave! Atitude é a conexão perfeita entre Disciplina e Vontade.
Num país de “Maria, Maria, é preciso ter força, é preciso ter raça, é preciso ter gana sempre”. Quem traz no corpo essa marca – Maria, Maria – mistura a dor e a alegria. Mas é preciso ter manha, é preciso ter graça, é preciso ter sonho sempre. Quem traz na pele essa marca, possui a estranha mania de ter fé na vida”.
Por fim, fica a dica de Marcelo Sales, jovem empresário, fundador da Movile, Empreendedor Endeavor, e fundador da aceleradora de negócios 21212.com:
“Faça chuva ou faça sol. Esteja você de bom humor ou de mal humor. Esteja você com sorte ou com azar. Mas todo dia dê um passo a mais em direção ao seu objetivo. Todo dia faça alguma coisa pra se aproximar em direção ao seu objetivo. Pode ser um e-mail, pode ser uma ligação, pode ser uma mensagem de texto, pode ser o que você achar que vai trazer você mais perto do seu objetivo. Pode ser estudar uma coisa nova. Mas todo dia dê um passo. Por que no final de um ano você vai ter dado 365 passos em direção ao seu objetivo. (...) No dia que você estiver de bom humor, com sorte e sol, dá um corridão, sai correndo. Mas todo dia dê mais um passo.”
QUANTO VALE A SUA VIDA?
Quer saber, eu quero comprá-la! É verdade, pode acreditar, e eu posso pagar. E aí, dá teu preço anda! Ah, já sei, você é daquele tipo de gente que diz que não tem preço, que não se vende por coisa alguma né? Quanta inocência!
Você sabe aquele ex-ministro da justiça que vem defendendo no Supremo Tribunal Federal os dirigentes do Banco Rural, já condenados por Gestão Fraudulenta e Lavagem de Dinheiro no processo do Mensalão? O Advogado Márcio Thomaz Bastos, esse mesmo, um dos maiores advogados criminalistas do país. Pois é, ele recebeu 15 Milhões de Reais para defender também o bicheiro Carlinhos Cachoeira e provar que ele é santo!
Uma das maiores audiências da TV brasileira, o Big Brother Brasil é outro exemplo disso. Veja você que 12 pessoas vendem suas vidas para a Rede Globo por 3 meses na esperança de ganhar 1,5 milhão de reais. Elas ficam absolutamente confinadas, se comprometem a participar das mais bizarras invenções psicossociais que às expõe no limite de suas emoções e capacidade de raciocinar coerentemente, fazendo-as voluntária e involuntariamente mostrarem não só suas sensualidades, mas também, todo o seu lado mal e todas as suas esquisitices.
TODOS TEMOS O NOSSO PREÇO! Ainda acha que não?
Pois eu lhe convido a fazermos um exercício bastante simples, entretanto, muito revelador.
Quanto você acha que vale a sua vida? Responda vamos! Isso mesmo, quanto você acha que vale a sua vida? Ah, não me venha com essa de que a sua vida vale muito, que não tem preço! Vamos lá, mentalize! Pois então me deixa te ajudar. Como propus anteriormente, digamos que eu esteja disposto a comprar a sua vida. Mas não como no BBB! Eu sou mais audacioso, e mais generoso também. Eu estou disposto a comprar a sua vida por um ano inteirinho. Isso mesmo! 365 dias inteiros.
Mas quanto eu estaria disposto a pagar por você? Sejamos justos. Segundo a Revista Forbes, atualmente o homem mais rico do mundo é um empresário mexicano chamado Carlos Slim Helú, de 72 anos, que teve sua fortuna avaliada em 69 Bilhões de dólares. Se dividirmos sua fortuna pelos seus anos de vida, isso daria algo em torno de 958 milhões de dólares por cada ano de sua vida. Muito possivelmente no ano que vem, ele já terá alcançado a cifra de 1 Bilhão de dólares por cada ano de sua existência. Taí! Que tal ficarmos com esse valor?
Pois bem, já encontramos um valor razoavelmente justo pela sua vida por um ano inteiro. Então, como estou pagando, eu gostaria de compreender melhor o que isso significa; quanto estará me custando todo este investimento.
Se eu dividir 1 Bilhão de dólares pelos 365 dias de um ano, isso resultará num investimento de US$ 2.739,726.00 por dia. Se eu dividir esta quantia por 24, que seriam o número de horas de um dia, terei chegado a US$ 114,115.25 por cada hora. Dividindo ainda este montante por 60, finalmente tenho a consciência de que estarei investindo US$ 1,902.58 por minuto em você. Considerando que a cotação de hoje do dólar está em R$ 2,02, isso quer dizer que, para efeito deste exercício, estamos considerando que você vale exatos R$ 3.843,22 por minuto. Pois bem, era exatamente onde eu gostaria de chegar.
Quando o assunto tem a ver com o quanto a nossa vida é valiosa, fica fácil concluir que ela não tem preço. Propositalmente conduzi este raciocínio para apresentar uma importante questão: Até que ponto, paradoxalmente, não estaríamos conduzindo nossas vidas de tal modo a indicar justamente o contrário?
Tente fazer um exercício pessoal: considerando que o seu dia tem 24h e que, pelo menos 8 dessas 24h você passa dormindo, como você utiliza as demais 16h de seu dia? Quanto dessas 16h, verdadeiramente, tem sido essencial, útil, produtivo para você? Quanto dessas 16h tem representado valor para você, para a sua família, para a sociedade, para a humanidade? Quanto dessas 16h não tem sido pura perda de tempo? Quanto tempo você perde dentro de um ônibus, num engarrafamento, para ir e vir ao trabalho? Quanto tempo você perde na frente da TV assistindo a programações que não acrescentam absolutamente nada? Quanto de seu precioso tempo você passa diante de um computador em meio a jogos e internet além do que seria razoável? Agora multiplique todo esse tempo por R$ 3.843,22 por minuto, e você será capaz de avaliar o quanto temos ganhado ou perdido a cada dia da nossa vida.
Há uns bons anos eu costumava ouvir a Rádio Relógio, 130 AM. Esta rádio possuía um slogan que era exatamente assim: “A cada minuto que passa, um milagre que não se repete.” Poderíamos também afirmar que, a cada minuto que passa, um tempo que nunca mais teremos de volta. Tempo esse que um dia poderá representar histórias alegres e divertidas de como valorizamos a vida como justamente ela deveria ter sido valorizada, ou histórias que teremos vergonha de contar, justamente por lembrar do quanto jogamos fora um tempo precioso de vida que nunca mais teremos de volta.
Comece já a valorizar cada minuto da sua vida; estude, estude mais, estude mais ainda; assuma atitudes responsáveis e saudáveis; cuide bem do meio ambiente, plante uma árvore; dê um abraço forte no seu pai, beije a sua mãe; beije também o seu filho, beije a sua filha, beije ambos todos os dias; ame e seja fiel; trate o próximo como você gostaria de ser tratado, enfim, faça tudo de bom que for possível fazer e que estiver ao seu alcance para ser feito durante todo o seu rico dia.
A Octogenária Cora Coralina disse certa vez: “Não podemos acrescentar dias à nossa vida, mas podemos acrescentar vida aos nossos dias”.
Afinal, quanto vale a sua vida?
Você Tem Certeza que Sabe Amar...? Sabe mesmo...?
Por que...
"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei. Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá.
O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."
Nas palavras de Renato Russo: “O amor é o fogo que arde sem se ver; é ferida que dói e não se sente; é um contentamento descontente; é dor que desatina sem doer.”
Deu prá reparar? Amar é muito mais que um sentimento, é uma atitude. Amar é um verbo, e todo verbo prá ser verdadeiro tem que ter ação. É coisa do Eu, Tu e Ele; prá nós, prá vós e prá eles.
Falar de amor é fácil, fácil mesmo... o difícil é ser verbo... na nossa vida, no nosso trabalho, na nossa escola, na nossa vizinhança, com nossas amizades, com nossos colegas, com nossos parentes, com a pessoa amada, todo dia, toda hora, a qualquer instante, por um reflexo ou por atenção, não importa, desde que seja verdadeiro, natural.
A verdade é que tudo, tudo mesmo, no verbo amar se torna perfeito. Até mesmo o choro e a dor de quem ama é bonito de ver, porque é verdadeiro. Quem faz o que ama, faz melhor; quem ama o que faz se supera, até mesmo quando tudo parece difícil. Dizem que o impossível se torna possível quando o verbo amar assume as rédeas da questão.
Experimenta... vai!
PROATIVO X REATIVO... Quem é você...?
* Pessoas REATIVAS são aquelas que pensam e atuam dentro de padrões de causa e efeito.
* Pessoas PROATIVAS influenciam o meio, garantem harmonia, direcionam boas energias, iluminam tudo e a todos a seu redor. Nunca se sentem vítimas das circunstancias. Escolhem com sabedoria as coisas que podem influir para uma mudança significativa que atenda a muitos.
* Quando um PROATIVO comete um erro, diz: “Enganei-me”, e aprende a lição.
* Quando um REATIVO comete um erro, diz: “A culpa não foi minha”, e responsabiliza terceiros.
* Um PROATIVO sabe que a adversidade é o melhor dos mestres.
* Um REATIVO sente-se vítima perante uma adversidade.
* Um PROATIVO sabe que o resultado das coisas depende de si.
* Um REATIVO acha-se perseguido pelo azar.
* Um PROATIVO trabalha muito e arranja sempre tempo para si próprio.
* Um REATIVO está sempre “muito ocupado” e não tem tempo sequer para os seus.
* Um PROATIVO enfrenta os desafios um a um.
* Um REATIVO contorna os desafios e nem se atreve a enfrentá-los.
* Um PROATIVO compromete-se, dá a sua palavra e cumpre.
* Um REATIVO faz promessas e quando falha só se sabe justificar.
* Um PROATIVO diz: “Sou bom, mas vou ser melhor ainda”.
* Um REATIVO diz: “Não sou tão mau assim... há muitos piores que eu”.
* Um PROATIVO ouve, compreende e responde.
* Um REATIVO não espera que chegue a sua vez de falar.
* Um PROATIVO respeita os que sabem mais e procura aprender algo com eles.
* Um REATIVO resiste a todos os que sabem mais e apenas se fixa nos seus defeitos.
* Um PROATIVO sente-se responsável por algo mais que o seu trabalho.
* Um REATIVO não se compromete nunca e diz sempre: “Faço o meu trabalho e é quanto basta”.
* Um PROATIVO diz: “Deve haver uma melhor forma de o fazer”.
* Um REATIVO diz: “Sempre fizemos assim. Não há outra maneira”.
* Um PROATIVO é PARTE DA SOLUÇÃO.
* Um REATIVO é PARTE DO PROBLEMA.
* Um PROATIVO consegue “ver a parede na sua totalidade”.
* Um REATIVO fixa-se “no azulejo que lhe cabe colocar”.
* Um PROATIVO lê esta mensagem e passa aos amigos...
* Um REATIVO lê esta mensagem e se FECHA...
...acredita que esta mensagem foi feita só para ele.
Extraído da Palestra "Proativo - Ser ou não Ser? Eis a questão."
Samuel Pessoa
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Técnico em radiologia tem salário profissional mínimo desvinculado do mínimo nacional
Também de acordo com a decisão desta quarta-feira, este regramento valerá até o advento de nova lei federal que discipline o salário profissional mínimo da categoria, convenção ou acordo coletivo que o defina ou, ainda, de lei estadual amparada na Lei Complementar nº 103/2000, que autoriza os estados a instituírem o piso salarial a que se refere o inciso V do artigo 7º da Constituição Federal (“piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho”), quando não há lei federal específica a respeito.
O caso
Na ADPF, a Confederação Nacional de Saúde sustenta a ilegalidade do artigo 16 da Lei nº 7.394/1985 (regula o exercício da profissão de técnico em radiologia), que fixa o salário mínimo desses profissionais no valor “equivalente a dois salários mínimos profissionais da região, incidindo sobre esses vencimentos 40% de risco de vida e insalubridade”.
A CNS sustenta que a expressão “salários mínimos profissionais da região” equivale à figura do salário mínimo e, assim, ofende tanto a Constituição Federal que, em seu artigo 7º, inciso IV, que instituiu o salário mínimo nacionalmente unificado e veda sua vinculação para qualquer fim.
Ofende também, segundo a CNS, o previsto na Súmula Vinculante nº 4 do STF, que dispõe: “Salvo nos casos previstos na Constituição, o salário mínimo não pode ser usado como indexador de base de cálculo de vantagem de servidor público ou de empregado, nem ser substituído por decisão judicial.”
Votos
A ADPF foi protocolada em novembro de 2008. O pedido de liminar nela formulado foi colocado em julgamento no Plenário do STF em 1º de dezembro de 2010. Na oportunidade, após o relator, ministro Joaquim Barbosa, indeferir o pedido e o ministro Marco Aurélio se pronunciar pelo seu deferimento, o ministro Gilmar Mendes pediu vista.
Ao trazer, hoje, a matéria de volta a plenário, o ministro Gilmar Mendes propôs a concessão de liminar parcial, que foi aceita pela maioria dos ministros presentes à sessão. Em seu voto, ele considerou o fato de que a lei questionada (Lei 7.394/1985) já está em vigor há 26 anos. Por outro lado, teve presente a inconstitucionalidade do seu artigo 16, que vincula os salários da categoria a salário mínimo regional, extinto com a unificação nacional do salário mínimo.
Assim, para a Suprema Corte não endossar a inconstitucionalidade do dispositivo, nem prejudicar a categoria profissional, Mendes propôs a solução alternativa aceita pela maioria: o salário da categoria é fixado em valor monetário atual, deixando de ser vinculado ao mínimo. E será reajustado anualmente, de acordo com os critérios gerais para reajuste salarial. Essa regra valerá até o advento de nova lei federal, convenção ou acordo coletivo da categoria com seus empregadores, ou ainda, pela fixação em lei estadual, dentro dos critérios estabelecidos pela LC 103/2000.
O ministro Joaquim Barbosa, um dos três votos vencidos, manteve sua decisão pelo indeferimento do pedido de liminar, defendendo uma consulta ampla às categorias profissional e patronal envolvidas. Segundo ele, a decisão da Suprema Corte em sede de liminar “é temerária” e atende mais aos interesses dos empregadores. Também a ministra Ellen Gracie, que acompanhou o voto do relator, manifestou sua opção pela decisão do litígio apenas no seu julgamento de mérito. O ministro Marco Aurélio defendeu a suspensão da eficácia do dispositivo impugnado.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Marie Curie, a pioneira brilhante
Dezoito anos antes de ser agraciada com o prêmio mais importante do meio científico, Marie foi selecionada pela Sociedade de Incentivo à Indústria Nacional da França para desenvolver um estudo sobre as propriedades magnéticas do aço. Era 1893 e, como precisava de um laboratório para realizar seus experimentos, foi encaminhada a Pierre Curie, chefe do laboratório da Escola Municipal de Física e Química em Paris, com quem fundou uma das parcerias mais importantes da ciência mundial.
Na época, uma verdadeira revolução transformava a ciência, que colhia os frutos de uma sociedade voltada para o experimentalismo. Os raios X haviam sido descobertos recentemente, e a química e a física estavam em franca expansão. Nesse contexto, Marie encontrou o terreno perfeito para se dedicar ao estudo de novos materiais, que se tornariam um dos pilares da ciência moderna.
Casou-se com Pierre em 1895 e, com ele — já professor de física da Univesidade de Paris —, Marie direcionou seus estudos para uma área ainda desconhecida, os raios de urânio. Os estudos resultaram na descoberta da radiotividade, que mudou a maneira como a ciência encara os compostos químicos e deu ao casal o Prêmio Nobel de Física de 1903, dividido com Antoine Henri Becquerel.
Graças à descoberta de Marie e Pierre, hoje vários tratamentos contra o câncer são possíveis, usinas produzem eletricidade para períodos de estiagem e naves conseguem visitar o espaço. “Seu trabalho não só influenciou o desenvolvimento da ciência fundamental, mas também marcou o início de uma nova era na investigação médica e de tratamentos médicos”, afirma o pesquisador Roberto Vicente, da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). “Para se ter uma idéia da importância da descoberta, foi ela que possibilitou Rutherford criar o modelo atômico da estrutura do átomo, com um núcleo com carga positiva concentrando toda a massa rodeado por uma nuvem de elétrons. Isso é o que se aprende no ensino médio até hoje”, exemplifica Vicente.
Elementos
Com a morte do marido, em 1906, Marie se viu sozinha para manter a família e seguir com a carreira de cientista. Mesmo enfrentando o ambiente machista do mundo científico, conseguiu assumir a vaga de professora da Universidade de Paris deixada por Pierre e continuou os estudos sobre novos compostos químicos. Dessa forma, descobriu dois novos elementos: o polônio, batizado dessa forma em homenagem ao país onde nasceu, e o rádio, que conseguiu isolar e estudar mais profundamente.
A pesquisadora decidiu não patentear o rádio para que toda a comunidade científica pudesse pesquisá-lo livremente. As duas descobertas lhe renderam, em 1911, um segundo Nobel, desta vez de Química, tornando-a a primeira mulher a receber a honraria sozinha, além de o único cientista até hoje a conquistar duas vezes a premiação. O Nobel veio no mesmo ano em que a Academia Francesa de Ciência recusou-se a aceitá-la como membro.
Agulhas, tubos e placas de rádio passaram a ser utilizados em terapias médicas. O elemento também serviu de matéria prima para uma vasta gama de equipamentos que vão desde para-raios a detetores de fumaça. Até hoje, o estudo de fósseis utiliza o rádio como elemento para datação e classificação. Já o polônio foi o combustível que permitiu às espaçonaves Apollo, produzidas pela Nasa décadas depois, levarem o homem à Lua e possibilitou o aprimoramento das fitas K7 e dos filmes fotográficos.
Ironicamente, foram os estudos que levaram Marie à morte. Em 1934, ela sucumbiu à leucemia provocada pela constante exposição à radioatividade. Antes de morrer, a pesquisadora deixou uma sucessora: sua filha mais velha. Irène Curie continuou o trabalho da mãe, pelo qual recebeu Nobel de Química em 1935, ao comprovar a existência dos nêutrons.
Mais do que uma pesquisadora brilhante, Marie Curie entrou para a história como uma pioneira e desbravadora da ciência moderna. Para Giovana Pasqualini, pesquisadora do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, o pioneirismo de Marie representou um dos passos mais importantes para a abertura da ciência às mulheres. “Histórias como a dela incentivaram uma geração de mulheres que, aos poucos, foram cavando um espaço maior em várias áreas, inclusive na academia”, opina. “Se hoje o Brasil caminha para ter mais mulheres que homens na pesquisa, é porque no passado mulheres como ela abriram o caminho”, completa, referindo-se ao censo do Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Tecnológica (CNPq), que constatou que no país 49% dos cientistas são mulheres. “De forma discreta e perseverante, ela se tornou uma heroína sem par e é um exemplo para mulheres e homens, da ciência ou não. Seu trabalho revolucionário, num ambiente tão hostil às mulheres, numa sociedade tão preconceituosa como a daquela época, ganha, por causa disso, uma dimensão ainda maior”, completa o pesquisador Roberto Vicente.
06/01/2011
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Aonde estudar Radiologia Industrial?
Muitos tem me perguntado sobre escolas autorizadas a ministrar curso de radiologia industrial.
Inicialmente é importante observar que para se especializar na área, o profissional deve ter conhecimento dos equipamentos e acessórios das aplicações industriais, dos princípios físicos, capacitação técnica, de normas e sobre tudo da proteção radiológica aplicada à industria.
Somente realizando um curso com professores de reconhecida competência na área da Radiologia Industrial que um técnico ou tecnólogo estará realmente capacitado para exercer suas atividades na área industrial. Tal curso, além de possuir autorização da Secretaria de Educação, deve também atender a resolução nº 21/2006, do CONTER Sem tais itens, o profissional não terá a especialidade reconhecida pelo sistema CRTR/CONTER.
Cabe esclarecer ainda que instituições como CRTR, CONTER, CNEN e SINDICATOS não autorizam cursos, cabendo tal autorização exclusivamente às SECRETARIAS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO.
Segue a relação atual de escolas autorizadas a ministrar cursos de Radiologia Industrial no País:
1- CETB - Centro de Ensino Técnico Bonsucesso, no Rio de Janeiro - RJ
Direção eletrônica: www.cetb.com.br e www.radiologiaindustrial.com
O Curso de Radiologia Industrial oferecido na Escola CETB, no Rio de Janeiro é aprovado pelo Parecer 363/2003 do CEE-RJ, homologado em 26-11-2003 e publicado na Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro, no dia 03-12-2003, página 29. Infelizmente não está disponibilizada eletronicamente na internet, uma vez que a Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro, diferentemente do estado de São Paulo, disponibiliza na Internet somente as 30 últimas edições do Diário Oficial através do site http://www.io.rj.gov.br .
Para consultar as edições que não estão disponibilizadas no site, é necessário dirigir-se pessoalmente à Biblioteca da Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro como a data de publicação do jornal desejado.
2- INACI- Colégio Integral Inaci em são Paulo - SP
Direção eletrônica: www.colegioinaci.com.br
O Curso de Radiologia Industrial oferecido pelo Colégio Inaci, em são Paulo, é aprovado através da Portaria do Dirigente Regional de Ensino,de 30-3-2005, publicada no Diário Oficial de São Paulo - Seção I, página 30, em 31 de março de 2005, à vista do Processo nº 0001830/0003/2005 (Endereço eletrônico da comprovação: http://www.imprensaoficial.com.br/Porta
Josilto de Aquino










