segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Você certamente já ouviu falar sobre CONDICIONAMENTO FÍSICO. Mas... CONDICIONAMENTO DA MENTE, você sabe o que é isso? PROSSIGO O POST ANTERIOR...

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Você certamente já ouviu falar sobre CONDICIONAMENTO FÍSICO.
Mas... CONDICIONAMENTO DA MENTE, você sabe o que é isso?

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... ‘meu instinto que já estava CONDICIONADO pelos fortes treinamentos que tive, é quem na verdade realizou todo aquele procedimento’. 

Foi desse jeito que aquele rapaz que se salvou milagrosamente de uma queda de paraquedas respondeu à minha curiosidade.

É fato que muitas das nossas respostas de comportamento tanto prático quanto psicológico são o resultado de inúmeros ensinamentos igualmente práticos, teóricos e até mesmo subliminares assimilados ao longo da nossa vida. Segundo algumas correntes clássicas da psicologia, nossas respostas podem claramente serem o resultado conjunto ou em separado de basicamente três fortes influências: a genética, a psicológica e a do ambiente.

Nossa mente é um manancial extraordinário e inesgotável. A riqueza daquilo que podemos realizar não se pode calcular. Os limites da mente humana estão a todo instante surpreendendo a humanidade por sua capacidade de superação.

É incrível notar como a humanidade vem se desenvolvendo, e mais incrível ainda, com que velocidade o conhecimento vem se expandindo. Luiz Marins conta que “quem nasceu nos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX começou o século e terminou o século usando os mesmos atributos da tecnologia. Quem nasceu no século XX iniciou o século de uma forma absolutamente diferente de como o terminou. Como será este novo século? Não sabemos os “sustos” tecnológicos que iremos tomar neste século XXI”. Ele antecede este texto com a seguinte afirmação: “A única certeza estável que temos hoje em dia é a de que tudo irá mudar!”

Esta “certeza estável” de mudança que experimentamos diariamente tem produzido efeitos importantes na construção de nossas respostas mentais aos desafios que se apresentam todos os dias. Ou seja, o conjunto dessas mudanças vem produzindo em nós algo como uma “programação do comportamento”; como um treinamento exaustivo e contínuo; como um programa pedagógico muito bem elaborado capaz de moldar a nossa mente, condicionando-a de tal modo, que passamos a responder proativa ou reativamente, conforme nossa capacidade e qualidade de assimilação desses “ensinamentos”, às questões que se nos apresentam. E isso acontece tão intuitivamente como quando dirigimos um automóvel, e sendo este o automóvel da nossa vida, podemos conduzi-lo a lugares paradisíacos, como também, segundo nossa “formação”, a lugares absolutamente sombrios e tenebrosos.

É claro que estamos longe de um apocalipse existencial. Algo como um fim em si mesmo. Desejamos apenas propor uma reflexão proativa sobre esta realidade.

Permitir sermos condicionados pelo pessimismo, negativismos, pobreza de espírito, corrupção de valores morais e éticos, desprezo, falta de humanidade, egocentrismo, e tantos outros adjetivos depressivos, seria o mesmo que sentenciarmos nossa vida a uma existência árida e sem propósitos.

Por outro lado, se alimentarmos a nossa mente e o nosso corpo com atitudes que nos tirem da nossa zona de conforto, letargia, preguiça e lugar comum, estaremos nos posicionando proativamente na direção certa da construção de bons hábitos que ao longo do tempo irão criar uma musculatura mental forte e consistente. Como disse o filósofo Aristóteles: “A Excelência é um Hábito”.

Nesta hora, quando a razão, ou mesmo o estado de consciência mental nos faltar, nosso instinto de superação e de sobrevivência estarão tão bem condicionados, que será suficiente para nos levar até a margem segura da pista de pouso e decolagem dos agentes do fracasso da nossa vida.

Para isso é muito importante que procuremos escolher com qualidade. Decidir mais pela necessidade do que pelo desejo. Ler bons livros, cultivar boas amizades, ouvir boas músicas, ter bons hábitos, enfim, saber discernir corretamente qual de fato vem a ser o lado bom da vida.

Samuel Pessoa

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Você certamente já ouviu falar sobre CONDICIONAMENTO FÍSICO. Mas... CONDICIONAMENTO DA MENTE, você sabe o que é isso?

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Você certamente já ouviu falar sobre CONDICIONAMENTO FÍSICO.
Mas... CONDICIONAMENTO DA MENTE, você sabe o que é isso?


Há algum tempo atrás fui ao encontro de um amigo para felicitá-lo pela escola que havia adquirido. Como professor e administrador, seu sonho sempre foi o de ser um empreendedor, dono do seu próprio negócio e, por vocação, de sua própria escola.

Enquanto conversávamos animadamente, chega um rapaz para aguardar a saída de sua namorada. Este logo vem cumprimentar o meu amigo. Neste instante, me apresentando aquele rapaz, o Ismael olha para mim e diz: - Samuel, você acreditaria se eu dissesse que este rapaz aqui, saltou de paraquedas, o paraquedas dele não abriu e ainda assim sobreviveu? Fiquei surpreso é claro, e logo perguntei: - Mas como foi isso, me conta?

Tratava-se de um militar paraquedista. Num dos seus muitos saltos de treinamento, houve um sério problema com seu paraquedas (este não abriu como deveria), e desceu em queda praticamente livre até que se chocou contra o chão. Caiu exatamente na pista de pouso e decolagem dos aviões! Rapidamente, recolheu seu paraquedas e se dirigiu para a margem da pista, e apagou.

Tal acidente foi considerado gravíssimo – este militar sofreu traumatismo craniano além de diversas outras fraturas pelo corpo. Ficou em estado de saúde muito grave e em coma por vários meses.

Naquele instante, encontrava-se sozinho.

Vivendo agora a sua mais obscura e aterradora experiência, lutava inconsciente, por sua própria vida.

Quando acordou, não se lembrava de absolutamente nada. Soube destes fatos através dos relatos de seus parentes próximos e de colegas paraquedistas.

Fiquei é claro impactado com aquela história, mas logo me ocorreu uma curiosidade que não me deixava calar: - Como era possível isto? Depois de uma queda terrível, como você conseguiu sobreviver e ainda ter a consciência de recolher seu paraquedas e se dirigir para a margem da pista? Sua resposta foi mais impactante ainda:

“Samuel, em primeiro lugar, ter sobrevivido definitivamente foi um milagre, eu não tenho dúvidas disso. Quanto a segunda questão, é muito simples de explicar. É certo que eu não tive consciência daquilo que fiz após ter caído - sequer me lembro disso. Mas ocorre que nós somos muito bem treinados. E um ponto forte do nosso treinamento é justamente o fato de, se por ventura os ventos nos levarem para a pista de pouso e decolagem dos aviões, nosso procedimento deve sempre ser o de recolher nosso paraquedas o mais rápido possível e nos dirigir para a margem da pista (para evitar acidentes com aeronaves decolando e aterrisando) e aguardar a chegada do apoio.

Em outras palavras, ‘meu instinto que já estava CONDICIONADO pelos fortes treinamentos que tive, é quem na verdade realizou todo aquele procedimento’.”

...PROSSIGO NO PRÓXIMO POST!

Samuel Pessoa

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